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Amo a minha Petrópolis

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Arnaldo Rippel

A GUERRA NA SALA

Eis que surge o bravo Comandante
Soldados caminhem comigo
Para a grande batalha
Quem  NÃO tiver coragem
NÃO vem, senão atrapalha....
 
E lá íamos nós, soldados de mentira
Guarda Chuva no ombro, igual a fuzil
Espadas de Lata, Chapéu de Jornal
Sonhando em lutar e defender o Brasil....
 
Todos os dias, todo fim de semana
Aqueles meninos de calças tão curtas
Viravam guerreiros, com gana defendiam seus territórios
E quão violentas eram suas batalhas...
 
Primeiro a cadeira, maior barricada
Depois a Sala inteira, toda revirada
Naquela batalha da nossa Imaginacao,
Soldadinhos quebrados, bandeira e canhão...
 
E sempre vencia o lado mais forte
Onde NÃO acaba a
munição, que Sorte !!!
Tempos Dourados
Em que o Poeta menino, suado
comemorava a Vitória tomando Guaraná....
E da GUERRA NA SALA, só restou o Estofado Rasgado...

Arnaldo Rippel
Enviado por acsm em 04/10/2020
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